Arquivo de abril \28\UTC 2011

Tele-entrega diretamente da China

A temática chinesa continua aqui no Não é um Guia. Dessa vez a dica é para os porto-alegrenses, que têm a sorte de contar com inúmeras alternativas de estabelecimentos que servem pratos da culinária da China.

Hoje não vai ter papo sobre ambientes, decoração, clima e outros comentários do gênero. Acontece que o estabelecimento de hoje é o Tele China, que atende exclusivamente pela tele-entrega. Portanto, vamos logo falar de comida.

O Tele China possui boa variedade em seu cardápio, com pratos de macarrão, frango, carne, filé, lombo, peixe e camarão, além de acompanhamentos como arroz, pão e rolinhos com recheios diversos. Nas sobremesas aparecem as frutas carameladas, como banana e maçã.

Na nossa tele-entrega pedimos o rolinho primavera, que vem na porção de duas unidades e custa R$ 6,00. Gorduroso e gostoso! =)

Para o prato principal, escolhemos o macarrão chop suei para duas pessoas (R$ 19,90), feito com massa nissin, legumes, iscas de carne e peito de frango temperados com molho shoyu. Aprovado!

Os alimentos vêm acondicionados em embalagens bonitinhas, e são uma boa opção de comida chinesa para ser degustada no conforto de casa. Se você não tiver nada preparado para a janta de hoje, já sabe, é só pegar o telefone. ;)

Tele China

http://www.telechina.com.br

Tele-entrega: (51) 3338-3999
Porto Alegre

Almoço made in China

Santa Cruz do Sul infelizmente não conta com muitas opções de estabelecimentos que servem pratos da cozinha oriental. Que eu saiba, aliás, há apenas um. Quem salva os santa-cruzenses é o Shung-King, restaurante de culinária japonesa e chinesa situado no centro da cidade.

A decoração temática se faz bastante presente por meio de lustres, quadros, pinturas e outros adornos. As cores preto e vermelho predominam.

No almoço, o Shung-king oferece buffet por quilo (R$ 30,00/kg) e buffet livre (R$ 25,00). À noite, a casa conta com o serviço à la carte. A exceção é noite de sexta, quando são ofertadas as duas opções, buffet + à la carte.

 Carnes, frutos do mar, massas e outros acompanhamentos diversos estão entre os pratos quentes do buffet. O sushi é cobrado à parte. 

Saladas e sobremesas (poucas) completam o serviço.

Se você estiver em Santa Cruz e ficar com vontade de apreciar uma comidinha made in China ou made in Japan, já sabe onde encontrar!

Restaurante Shung-King
Tele-entrega: (51) 3715.8400
Rua 28 de Setembro, 201 – Centro – Santa Cruz do Sul

Variedade e muita doçura na Maomé

 Para completar a trilogia de posts pascais, mais chocolate!

 Quem faz as honras neste domingo de Páscoa é a Maomé Doces Bárbaros, de Porto Alegre. O nome já parece bom, né?

 A Maomé fica na Av. José Bonifácio, lugar de bastante movimento na capital, e já se tornou tradicional depois de trinta e tantos anos de existência.

Conheci o estabelecimento não faz muito, e fiquei surpresa com a grande variedade de pratos e guloseimas oferecidas, que vai muito além dos doces.

 Um dos serviços da casa, por exemplo, é o almoço com buffet por quilo, com pratos quentes, saladas e sobremesas.

Outro balcão que chama a atenção é o dos sorvetes artesanais, com sabores como amaretto, tiramisù e zabaione.

As opções de doces são muitas. Um resumo: doces em caldas (ambrosia, fios de ovos, etc), docinhos caseiros (brigadeiro, branquinho, olho de sogra, etc), bombons recheados, mini trufas, mini glaceados, mousses e cremes.

Eu e o Alexandre havíamos recém almoçado, então fomos bem contidos e escolhemos apenas um docinho pra cada um.

As tentações, porém, são muitas. A variedade de tortas, por exemplo, é quase infinita. Alguns sabores de tortas tradicionais (feita com pão de ló), custando entre R$ 30 e R$ 40 o quilo: Nozes, Macron, Floresta Negra, Marta Rocha e Morango com nata. Nas tortas especiais (geladas) encontram-se delícias como a Holandesa, Pavê de chocolate e Profiterólis.

A lista ainda não acabou! São oferecidas também tortas diet, tortas de sorvete, cheescakes, rocamboles e panetones.

 Antes que suba a diabetes do prezado leitor, vamos para os salgados da casa. A Maomé capricha também nesse setor, com muita coisa boa. Vamos lá: salgadinhos assados (empadas e pasteizinhos), salgadinhos integrais (mini quiches e pasteizinhos), salgadinhos fritos (risoles, coxinhas e croquetes), pastelões, canapés, mini rocamboles, rocamboles, quiches e salgadinhos mais requintados para coquetéis. Todos eles podem ser solicitados para encomenda.

 O estabelecimento ainda prepara refeições para ocasiões especiais (disponíveis sob encomenda), como peru, pernil, chester e lombinho. Nessa mesma linha de pratos especiais, há tortas frias, flans, saladas e guarnições.

 O cardápio bem completinho, com valores e tudo mais, pode ser conferido aqui:
http://www.maome.com.br/cardapio

O Não é um Guia termina o post desejando uma gostosa Páscoa para todos os queridos leitores! =)

Maomé Doces Bárbaros

http://www.maome.com.br
 
Fone: (51) 3332.4444
Avenida José Bonifácio, 655 – Bairro Farroupilha - Porto Alegre

O filé de peixe que te faz flutuar

Levanta o mouse (ou celular ou tablet) quem comeu peixe no almoço de hoje. Praticamente todos vocês, queridos leitores.

Hoje é Sexta-Feira Santa, dia em que, segundo os preceitos religiosos, não se deve comer carne vermelha. Por isso, há muito o peixe se tornou o prato oficial da data.

Ainda que eu mesma não seja adepta desse ritual, o Não é um Guia não vai fugir da tradição. Assim, o post de hoje tem peixe (e dos bons!) como protagonista.

Sempre que dá vontade de comer um bom peixinho, sempre me recorre o mesmo lugar: o Restaurante e Bar Costaneira, famoso na região. O estabelecimento fica na Praia dos Ingazeiros, às margens do Rio Jacuí, na cidade histórica de Rio Pardo.

O detalhe inusitado é que o restaurante é flutuante. Quando o rio sobe e inunda a praia, o Costaneira continua funcionando normalmente, pois foi planejado para flutuar. Legal, né?

O lugar é simples, bem simples mesmo. Na definição moderna, ele seria encaixado na categoria roots. Mas quem se importa, quando a comida é boa?

Dois ambientes acomodam os clientes. As fotos abaixo são do primeiro salão.

O segundo ambiente é mais recente, ainda nem conhecia. É feito com uma estrutura metálica, e pelo jeito ainda estão terminando de montá-lo.

Seguindo o estilo simples, as mesas e cadeiras são de plástico. Tudo bem, quando se tem uma boa vista como essa.

Voltemos a falar de peixe. A grande estrela da casa é o filé de traíra. De segunda a sábado, ele é servido no sistema à la carte, frito ou assado, sempre com acompanhamentos. Aos domingos também é oferecido o sistema de buffet.

Quem esteve comigo nesse almoço agradável foram o Alexandre, meu namorado, e a Dona Miriam, minha mãe. Cuidado na hora de fazer o pedido: as porções são muito grandes. Por isso, mesmo estando entre três, pedimos porções para duas pessoas.

A rodada de fotos gostosas é aberta pelo filé de traíra frito, que é uma delííííícia.

 

Ele vem acompanhado de uma turma grande, como salada, batata frita e arroz.

Para completar, um molho vermelho com bastaaaante cebola (adoro!) e um pirão.

 

Como sempre, o Costaneira continua servindo uma comida simples e saborosa. De tudo que foi servido na mesa, acabou sobrando apenas o arroz.

No total, incluindo os refrigerantes e mais três picolés de sobremesa, esse almoço custou R$ 20 pra cada um.

Com chuva ou com sol, praia seca ou alagada, no Costaneira não tem tempo ruim.

Restaurante Costaneira Flutuante
Praia dos Ingazeiros – Rio Pardo/RS
Aberto diariamente (almoço e jantar)

Chocolate, uma joia belga

Não é um Guia anda tão metido que está até publicando posts relacionados às datas comemorativas.

Assim, não se pode deixar passar em branco a data mais esperada deste mês: a Páscoa. Não me venha com esse papinho, adulto leitor, de que são apenas as crianças que querem ganhar muitos e muitos chocolates neste período. Qualquer pessoa em sã consciência acaba se rendendo a essa delícia.

Em grande estilo, o primeiro post temático de Páscoa buscou na Europa referências dos melhores chocolates do Planeta  – ou quase isso. Estamos falando de Bruxelas, uma das cidades mais achocolatadas que se tem notícia. A capital da Bélgica é um paraíso em termos chocoláticos, abrigando muitas e muitas chocolaterias uma ao lado da outra.

 E não se trata apenas de quantidade, mas principalmente de qualidade. As terras belgas também foram – e continuam sendo – cenário para o surgimento de algumas das mais famosas e gostosas marcas de chocolate do mundo, como a Godiva.

Estando em Bruxelas, resistir aos chocolates não compreende apenas controlar a gula. É uma tentação para todos os sentidos, começando pelo apelo visual. O que acontece é que as chocolaterias são verdadeiras JOALHERIAS de chocolate. As vitrines são lindíssimas, muito bem produzidas e muito elegantes.

As fotos deste post foram feitas em fevereiro de 2010, época do Valentine’s Day na Europa. Por isso, encontramos a decoração ainda mais romântica. Impossível ficar indiferente. =)

O mesmo tratamento de luxo que se dá ao chocolate é percebido também internamente, com lojas muito charmosas.

As embalagens são uma atração à parte. Os papéis e as caixas que protegem as guloseimas certamente devem ser preservados e utilizados para outro fim.

Uma bela inspiração para caprichar no ninho, não é? E se talvez, por ventura, quem sabe, por acaso, você quiser presentear esta que vos escreve com um mimo de Páscoa, já sabe onde encontrar. ;)

Chopperia Maryland: uma boa pedida

É noite de sábado, caro leitor, e você está aí na frente do computador. Para mudar essa situação, o Não é um Guia traz uma boa dica para um programa light no final de semana (leia-se “choppinho com os amigos ou a dois”).

O cenário de hoje é a Chopperia Maryland, situada na avenida de mesmo nome, em Porto Alegre. (As duas próximas fotos são do site do estabelecimento).

Ocupando uma esquina, a Chopperia convida seus clientes a sentarem-se nas mesinhas externas que ficam espalhadas na calçada e no deck.

A Maryland também conta com ambientes internos, divididos em dois andares.

No cardápio aparece boa variedade de filés (mignon, picanha, entrecot, frango), peixes, massas, saladas e pesticos. Na primeira vez em que estivemos lá, comemos o gostoso Peixe Maryland (filé de anjo à milanesa, servido com aspargos e molho bechamel, acompanhado de arroz e legumes refogados). Recomendo!

No dia das fotos deste post, porém, era tarde da noite e acabamos optando apenas por petiscos. Primeiro, uma porção de pasteis de queijo. Sem erro, né?

Depois, escolhemos o Sanduíche Zeller: pão de centeio, queijo provolone, salame italiano, alface americana, queijo catupiry, tomate e orégano. Na foto ele parece simples, mas é bem bom.

Estávamos em uma chopperia, então é de se esperar que tenha sido o chopp a nossa pedida, certo? ;)

 

Além do happy hour e da janta, a Maryland Chopperia também serve almoço diariamente (ainda quero provar!) e disponibiliza a casa para reserva de eventos.

 E aí, já se animou pra sair de casa e conferir a boa dica de hoje?

Chopperia Maryland

http://www.chopperiamaryland.com.br
 
Fone (51) 3372-0700
Avenida Mariland, 966 – Auxiliadora - Porto Alegre

Dorinho Moda e Café

Está lá no calendário: hoje, 14 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Café. E a bebida merece ser muito celebrada mesmo, pois é o combustível que garante energia pra encarar as atividades do dia a dia.

Eu poderia dizer que o post de hoje é em homenagem ao café, mas o fato é que ele é só um pretexto para apresentar um lugar muito charmoso.

A Dorinho é um tradicional estabelecimento de roupas e acessórios em Santa Cruz do Sul. Há algum tempo, a empresa inaugurou uma nova loja no centro da cidade (ao lado da antiga, que continua existindo). Logo, dois pontos chamaram a atenção dos consumidores: o charme da decoração e a criação de uma cafeteria dentro da loja.

Desde a fachada, passando pelo piso, pelas janelas, pelos móveis e por cada objeto decorativo, tudo é de muito bom gosto. A decoração faz uma linha antigo-rústico-chique, sendo adornada por geladeiras antigas, quadros negros, quadrinhos, garrafas, máquinas de escrever, dentre outros.

Há algumas mesinhas na rua, mas recomendo ficar lá dentro mesmo, para conhecer todos os detalhes do lugar. As mesas, que não são muitas, ficam espalhadas na entrada, no meio e no final da loja.

O cardápio não é muito variado, mas não importa: a estrela ali são mesmo os ambientes, e não a comida. Ainda assim, há boas opções como o Sorvete de rosas e o Iogurte com frutas e cereais.

Abaixo você confere um belo desfile de tortas, que certamente constam nos maiores pedidos da casa. (OBS: repare nas louças, que são um charme a mais, já que cada peça é diferente da outra).

Para não dizer que não há foto de café, pois bem, cá está ele, seguido por um chá gelado.

Mas nem tudo é perfeito, meu caro leitor. Há algo de perigoso na Dorinho, especialmente para as mulheres. Veja que, enquanto se beberica um café ou se ingere boas calorias em uma gostosa torta, o sujeito se vê cercado por araras de roupas e caixas de sapato, várias delas com descarados cartazes de liquidação. Como se concentrar e relaxar assim?

Lógico, a matemática é simples: meus cafés na Dorinho por vezes acabam custando o preço de uma calça ou de uma bolsa. Neste caso, se esse perigo também acometê-lo em uma visita, anote a minha dica: sente-se em uma mesinha no lado de fora da loja mesmo. ;)

Nota de rodapé: as fotos deste post são registros feitos em ocasiões na companhia dos meus colegas da agência (que são assíduos frequentadores) e também na companhia das amigas Márcia, Natássia e Maíra.

Dorinho Moda e Café

http://www.dorinhosantacruz.com.br
 
Fone (51) 3715-6389
Rua 28 de Setembro, 252 – Centro - Santa Cruz do Sul

It’s only hamburguer but I like it

Caxias do Sul, na serra gaúcha, é a sede da minha família, já que grande parte da parentada nasceu e ainda mora na cidade. A melhor comida de Caxias, aliás, é preparada na cozinha da Tia Lourdes, que faz um tortei enrolado absolutamente divino, não encontrado em qualquer outro lugar. 

Mas como ela é minha tia, e não sua, acho melhor recomendar um outro lugar para comer. ;)

 Há poucos dias, eu e o Alexandre estivemos em Caxias numa sexta-feira à noite. Como eu sabia que chegaríamos tarde, previamente pesquisei alguns lugares bacanas onde poderíamos fazer um lanche. Logo encontrei em alguns sites e blogs – dentre eles, claro, o
http://www.destemperados.com.br
- uma tal de Hamburgueria Jaime Rocha. Beleza, anota o endereço e vamos lá!

 Poucas quadras distante da casa dos meus nonos e do Estádio Alfredo Jaconi, encontramos o Jaime Rocha, ou melhor, a sua hamburgueria.

 Se eu disser que o tema do estabelecimento é música, talvez você pense “humm, Jaime Rocha parece mesmo nome de cantor romântico ou sertanejo”. Foi isso que passou pela minha cabeça. Quanta injustiça! Eu não poderia estar mais enganada.

 A Hamburgueria é super rock’n'roll!

 A fachada é simples, mas a marca “sutilmente” inspirada no logo da Harley-Davidson já denuncia que o lugar tem personalidade.

 É só adentrar o recinto para ver que cada cantinho do estabelecimento respira música – e das boas! Beatles, Led Zeppelin, Kiss, Elvis, Deep Purple, The Doors e outros do gênero ocupam todas as paredes. A ‘língua’ dos Rolling Stones é simplesmente onipresente.

O lugar não é muito grande. Consiste em um salão com mesas bem próximas umas das outras, mais um mezanino.

A cozinha é aberta, então se pode acompanhar de perto o preparo dos lanches.

Até o jogo americano é rock’n'roll! Estão presentes na ilustração diversas lendas, como Ozzy Osbourne e Jim Morrison.

Entendida de música, a lancheria manda muito bem também na comida. O cardápio é grande e variado. Há farta oferta de lanches nos sabores atum, calabresa, coração, lombo, mignon, frango, picanha, nuggets e até hambúrgueres doces, de chocolate.

Além dos hambúrgueres (também chamados de cheese), são oferecidos pratos como o famoso torpedo (com pão cacetinho), torradas, picadinhos, baurus ao prato e à la minutas.

Não bastasse isso tudo, ainda é possível escolher opções de extras no lanche, tais como: catupiry, tomate seco, cebola, milho, ervilha, batata palha, bacon, palmito, champignon, cheddar, alho e óleo e muito mais. 

Fizemos nossos pedidos começando com uma porção pequena de batata frita.

A porção veio acompanhada de uma maionese caseira muuuito boa, servida num pequeno copinho de plástico e com uma colherzinha de sorvete. Quanto mais simples, melhor! Até minha mãe, que defende a teoria de que não se deve comer maionese fora de casa, se renderia a ela.

Pra matar a fome, escolhi o “Cheese frango acebolado” (R$ 14,00), que consiste em pão, frango, ovo (que dispensei), 2 queijos, alface, tomate, cebola frita e maionese. Mas quem me matou foi o hambúrguer, já que não consegui vencê-lo.

O Alexandre mandou ver no “Mignon com champignon” (R$ 16,50), feito com pão, mignon, 2 queijos, champignon, alface, tomate e maionese. Brinquei com o garçom dizendo que, como eu abdicava do ovo frito no meu lanche, ele poderia colocar no hambúrguer do Alexandre. E não é que colocaram mesmo? =)

Se você ainda tiver forças para alguma ação depois de comer, pode gastar uns pilas na pequena lojinha da Hamburgueria, que fica na entrada. Sim, eles comercializam produtos com a marca Jaime Rocha. Chique, né? Assim, quando pedir a tele-entrega em casa, você pode tomar uma cervejinha na taça do Jaime Rocha, que tal? ;)

Eu já tinha Caxias como a “cidade que entende fortemente de xis”. Mas essa experiência rock’n'roll superou totalmente as minhas expectativas.

Oh Lord, won’t you buy me… a hamburguer? =)

Hamburgueria Jaime Rocha

http://www.hamburgueriajaimerocha.com.br

Tele-entrega: (54) 3223-2182 - (54) 3027-6666
Rua Marquês do Herval, 983 – Centro – Caxias do Sul – RS
Atendimento: segunda a sábado das 11h às 14h e das 18h às 23h30

O tradicional Quiosque

O restaurante de hoje é conhecido por qualquer um que resida em Santa Cruz do Sul ou que já tenha visitado o município.

O tradicional estabelecimento é Quiosque da Praça, situado na Praça Getúlio Vargas, na esquina das ruas Marechal Floriano com a Júlio de Castilhos, bem no centro.

O Quiosque da Praça ocupa o espaço do original Quiosque/Biergarten, com décadas de existência e tradicional ponto de encontro na cidade. A data da construção original do Quiosque é imprecisa. No entanto, sabe-se que em 1956 ele já sofria sua primeira reforma. O Quiosque como conhecemos atualmente é resultado de uma graaande reforma realizada em 2005, que mudou – e muito – o lugar!

Operando desde a manhã até as primeiras horas da madrugada, o estabelecimento é possivelmente o mais multifuncional de Santa Cruz. Nele é possível tomar café da manhã, almoçar (buffet), tomar um café no meio da tarde, tomar um chopp no happy hour com os amigos ou degustar um jantar a dois.

O espaço é grande, cerca de 1.650m² distribuídos em dois andares. No primeiro andar funciona uma área restrita para o período do almoço (ou para eventos privados), mais um ambiente que fica aberto o dia todo, para qualquer tipo de refeição.

O texto de hoje é sobre o segundo andar, que abre somente durante a noite. Lá funciona a galeteria e o restaurante internacional, além de haver um terraço muito agradável.

Os registros deste post foram feitos em um jantar com excelentes companhias: além do meu querido Alexandre, as amicíssimas Maíra Farinon e Natássia Lisboa estiveram presentes, garantindo muitas risadas à mesa.

Chega de conversa, vamos falar de comida. Uma das opções, claro, é o rodízio de galeto, que dispensamos nessa noite. No cardápio à la carte encontram-se sopas, massas, risotos, filés, peixes e frutos do mar, alguns petiscos e sobremesas.

Comecemos pelos pratos das meninas, que foram de massa. A Maíra escolheu um penne com molho de queijos (R$ 16,00).

A Natássia optou pelo penne à carbonara (R$ 16,00). Inicialmente o prato veio errado, com outro tipo de molho, mas foi só avisarmos o garçom que o prato foi imediatamente trocado.

Eu fiquei com um filé de frango acompanhado de arroz, fritas e saladas (R$ 16,00).

O pedido do Alexandre foi parecido, só trocando o tipo de carne: filé à milanesa com arroz, fritas e saladas (R$ 18,00).

Para matar a sede da turma, uma cervejinha.

Tradicional ponto de encontro da cidade, o Quiosque da Praça é mesmo um bom lugar para ir a qualquer hora, preferencialmente acompanhado de amigos queridos e divertidos. ;)

Quiosque da Praça
(51) 3711-2680
Rua Marechal Floriano Peixoto, s/n – Centro – Santa Cruz do Sul

Buffet no Mercado Público de Budapeste

Já publiquei, no final do mês de fevereiro, um post com fotos de diferentes mercados públicos.

 Hoje, vamos voltar para um deles: o Mercado Público de Budapeste, capital da Hungria. Mais precisamente para o segundo andar, onde encontramos um ótimo e charmosinho restaurante.

Começo a descrevê-lo com o lamento de não saber seu nome. O Não é um Guia não existia no começo do ano passado, então não houve o cuidado de registrar o estabelecimento em detalhes. Mas, calma. Não tem erro: é o único restaurante no segundo andar. Aliás, acho que o único no Mercado Público inteiro. Bom, vamos a ele.

 Mesas de madeira no lado de fora já convidam para as refeições. No lado de dentro, o mesmo tipo de mesa ganha toalhas de xadrez vermelho, compondo um clima de “piquenique”.

 O teto permite bastante passagem da luz, então o ambiente fica bem claro. Suspensas no teto, várias flores vermelhas juntam-se a pequenas lâmpadas para dar um toque romântico.

Nada de cardápio: quadros de giz (negros e verdes) divulgam os pratos disponíveis, bem como seus respectivos valores.

O serviço é de buffet: escolhe-se o que se quer, e a atendente  vai servindo no prato. Meu húngaro andava meio fraco na ocasião – agora está ótimo, claro ;)  -, então eu fui apontando aquilo que parecia mais apetitoso.

Meus gestos renderam uma ótima refeição: um frango acompanhado com algo que me pareceu um suflê de legumes, mais batatinhas. Nham nham!

Mais farto, o prato do Alexandre continha dois filés (sabe-se lá do que), guarnecidos com uma mistura de leguminosos. À parte, mais um pratinho de salada.

Além de nós, ninguém naquele lugar parecia ser turista. Um restaurante bem tranquilo, com comida húngara bem tradicional, foi palco de um almoço não só simples, como perfeito.


O Não é um Guia é um blog que reúne despretensiosos relatos de experiências gastronômicas vivenciadas em lugares interessantes e desinteressantes, escritos por alguém que não entende de culinária, não sabe cozinhar e é especialista em tele-entrega.

Quem vos escreve

Giovanna Berti Previdi, publicitária, gremista, não gosta de atum nem de presunto. Seu atual lugar no mundo é Santa Cruz do Sul, mas gosta mesmo é de viajar. Contato: gica_bp@yahoo.com.br

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